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Queirosiana

Blogue sobre livros, leituras, escritores e opiniões

Shirley, Charlotte Brontë (1849)

01.03.20
Shirley foi publicado em 1849, após o sucesso de Jane Eyre. Muitas vezes menosprezado, Shirley apresenta características inovadoras na escrita narrativa, nomeadamente, a utilização do narrador na terceira pessoa ou a existência de duas personagens principais. Inovador (...)

#2 Cartão de Memória - Albert Camus

29.02.20
Na rubrica mensal Cartão de Memória seleciono, a título pessoal e amador, 3 a 5 livros que servem de sugestão de jornada para iniciar a leitura da escritora ou escritor em foque.  Para conhecer a obra de Albert Camus, escritor franco-argelino, e como proposta de "o (...)

O Crime de Lorde Arthur Savile, Oscar Wilde (1891)

24.02.20
Oscar Wilde publicou apenas um romance na sua vida, O Retrato de Dorian Gray, a sua restante obra é composta de contos e dramaturgia. Nesta seleção das edições quasi, reúnem-se dois contos de Oscar Wilde, O Crime de Lorde Arthur Savile e A Esfinge sem Segredos ambos (...)

Macbeth, William Shakespeare (1606)

21.02.20
A tragédia medieval Macbeth foi a minha estreia com Shakespeare. Não posso dizer que tenha sido arrebatada, porque não o fui, todavia, saboreio ainda a delícia de ler uma tradução tão sublime. Trata-se de um texto para peça teatral e será nos palcos, certamente, (...)

Em Parte Incerta, Gillian Flynn (2012)

15.02.20
Perverso. Doentio. Gillian Flynn sabe como viciar o leitor e a leitora. Este é um livro sobre um casal, sobre o desaparecimento de Amy e sobre o seu reaparecimento. Mas talvez seja mais do que isso, um jogo psicológico, um teste aos limites da mente humana. Embora o (...)

Mulherzinhas, Louisa May Alcott (1868)

09.02.20
Por influência do desafio de uma amiga para ir ao cinema assistir ao - esplêndido - filme Mulherzinhas, resolvi reler a obra de Louisa Alcott que me acompanhou desde cedo na infância e à qual regressei poucas vezes. Que feliz resolução! Reler Mulherzinhas trouxe-me (...)

História do Novo Nome, Elena Ferrante (2012)

06.02.20
O universo de Elena Ferrante é deslumbrante. Deslumbrante pela franqueza de sentimentos, pela inclemência da realidade da vida, das complexas relações pessoais, da existência interior. Que saborosa descoberta me trouxe 2020 com A Amiga Genial e agora com o segundo volume, História do Novo Nome

Carmilla, Sheridan Le Fanu (1872)

03.02.20
Uma leitura curiosa e estranhamente moderna. Digo estranhamente porque, embora sendo uma escrita e um enredo singelos, em quase nada denotei o fator temporal desta obra - o de ter sido escrita na segunda metade do século XIX.  Carmilla é um clássico gótico, a (...)