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Queirosiana

Blogue sobre livros, leituras, escritores e opiniões

A Metamorfose, Franz Kafka

09.03.09
A Metamorfose foi publicada pela primeira vez em 1915. Tenho de dizer que, no impacto da leitura da primeira página, nada me poderia parecer mais absurdo e tinha plena consciência de que toda a história era uma alegoria. Esta sensação de absurdo acompanhou-me durante (...)

A Duas Vozes, William Golding

12.02.09
Trouxe este livro da biblioteca por acaso, e simplesmente porque na capa dizia "Prémio Nobel", estava desesperada e nenhum livro me chamava à atenção e pensei, se o autor ganhou um Nobel é porque tem de ser Muito Bom, agarrei no livro e requisitei-o. Bendita a hora em (...)

1984, George Orwell

18.01.09
Este livro foi escrito por Eric Arthur Blair, sob o seu pseudónimo George Orwell e publicado a 8 de Junho de 1949. Um livro muito pesado, embora super interessantíssimo, por vezes até, sufocante! Toda a história está envolta num clima muito opressor, onde tudo é (...)

O Deus das Moscas, William Golding

16.12.08
Publicado em 1954, William Golding, que viria mais tarde a ser laureado com o Nobel da Literatura, apresenta-nos O Deus das Moscas, uma obra que tem sido descrita como uma fábula dos tempos modernos e que, nas palavras do autor reflete o “mal existente no coração” (...)

A Peste, Albert Camus

11.12.08
Publicado em 1947 A Peste é considerada uma alegoria à inumanidade. Contudo, tenho de confessar que este não entrou para a lista dos meus livros predilectos. Talvez não tenha percebido devidamente o livro, mas começou a tornar-se cansativo a partir de determinada (...)

As Ondas, Virginia Woolf

23.09.08
Na sinopse desta obra, consta a seguinte afirmação "a mestria de Woolf está em ter chegado a esses fugidios cantos do espírito humano. Como as ondas", e de facto, é essa a sensação ao terminar este romance - provavelmente o trabalho mais experimental de Woolf, (...)

O Fio da Navalha, W. Somerset Maugham

14.08.08
Li este livro recentemente. Estava esquecido numa prateleira da minha sala, até que o meu pai me incentivou a lê-lo. O Verão ficou maravilhosamente mais luminoso desde esse dia! Demorei cerca de 200 páginas até perceber quem era a personagem principal - Larry, era um (...)