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Queirosiana

Blogue sobre livros, leituras, escritores e opiniões

Herland (1915), Charlotte Perkins Gilman

Ficção científica - Utopia/Distopia - Clássico feminista

15.07.20 | L.F. Madeira | ver comentários (6)
Cada leitora tem o seu tempo, por vezes a leitura varre as páginas de um livro numa noite ou numa mão de dias, outras vezes, nem tanto. Neste caso, não posso deixar de mostrar surpresa pelo tempo desta leitura de pouco menos de 150 páginas - mais de um mês mediou o (...)

As Horas (1998), Michael Cunningham

Ficção - Romance - Clássicos

18.05.20 | L.F. Madeira | ver comentários (2)
Tenho tido sorte com grande parte das minhas escolhas de leitura para 2020. Adiei por muito tempo a leitura deste livro, mas creio que o fiz no momento certo, como uma circunferência que se completa. As Horas, romance premiado do escritor Michael Cunningham, publicado (...)

A Amiga Genial, Elena Ferrante (2011)

Ficção - Romance

11.01.20 | L.F. Madeira | comentar
Elena Ferrante presenteou-nos em 2011 com a primeira de quatro obras da série A Amiga Genial. Ignorante de todo o rebuliço causado por Elena Ferrante, o seu pseudónimo e a sua misteriosa identidade, algures em meados de 2018 decidi comprar este título na sequência de (...)

Lady Macbeth de Mtsensk, Nikolai Leskov (1864)

Ficção - Clássicos

30.10.19 | L.F. Madeira | comentar
Sim, uma verdadeira "jóia Russa", publicada originalmente em 1865. Leskov, contemporâneo de Tolstoi e Dostoievski, embora escritor de igual genialidade, é pouco conhecido fora do seu país.  O título remete-nos, de imediato, para Macbeth de Shakespeare, a história (...)

50 antes dos 40

Listas de Leitura

03.10.19 | L.F. Madeira | comentar
Um desafio auto-proposto! 50 títulos antes dos 40 anos, uma meta atingível, ou assim veremos. Depois de ler muitas listas sobre os melhores livros de sempre, ou os livros de tem de ler antes de morrer (nada mais dramático!), logrei alcançar estes 50 títulos que, (...)

O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald (1925)

Ficção - Romance - Clássicos

01.01.19 | L.F. Madeira | comentar
(review/opinião anterior a 2015, não revista) Publicado em 1925, o enredo tem por cenário a cidade de Nova Iorque e Long Island durante o Verão quente de 1922.  Um excelente retrato daquilo que era a sociedade norte-americana nos loucos anos 20.  Estava à espera de (...)

As Ondas, Virginia Woolf (1931)

Ficção - Clássicos

01.01.19 | L.F. Madeira | comentar
(review/opinião anterior a 2015, não revista) Na sinopse desta obra, consta a seguinte afirmação "a mestria de Woolf está em ter chegado a esses fugidios cantos do espírito humano. Como as ondas", e de facto, é essa a sensação ao terminar este romance - (...)

A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera (1984)

Ficção - Romance - Clássicos

01.01.19 | L.F. Madeira | comentar
(review/opinião anterior a 2015, não revista) O seu título original (em Checo), Nesnesitelná lehkost bytí, surgiu pela primeira vez em 1984. Foi mais tarde adaptado para cinema com o nome "The Unbearable Lightness of Being" Escolhemos então o quê? Não sei quanto a (...)

1984, George Orwell (1949)

Ficção científica - Utopia/Distopia - Clássicos

01.01.19 | L.F. Madeira | comentar
(review/opinião anterior a 2015, não revista) Este livro foi escrito por Eric Arthur Blair, sob o seu pseudónimo George Orwell e publicado a 8 de Junho de 1949. Um livro muito pesado, embora super interessantíssimo, por vezes até, sufocante! Toda a história está (...)

O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde (1890)

Ficção - Horror/Gótico - Clássicos

01.01.19 | L.F. Madeira | comentar
(review/opinião anterior a 2015, não revista) O Retrato de Dorian Gray, publicado em 1890, é considerado pela crítica como a melhor obra de Oscar Wilde. Pergunto-me como consegui viver literariamente até hoje sem nunca ter lido esta obra?! Certo, é uma afirmação (...)

A Metamorfose, Franz Kafka (1915)

Ficção - Clássicos

01.01.19 | L.F. Madeira | comentar
(review/opinião anterior a 2015, não revista) A Metamorfose foi publicada pela primeira vez em 1915. Tenho de dizer que, no impacto da leitura da primeira página, nada me poderia parecer mais absurdo e tinha plena consciência de que toda a história era uma alegoria. E (...)