Publicado em 1925, o enredo tem por cenário a cidade de Nova Iorque e Long Island durante o Verão quente de 1922. Um excelente retrato daquilo que era a sociedade norte-americana nos loucos anos 20. Estava à espera de um personagem com um carisma arrebatador, Gatsby (...)
Orlando, publicado em 1928 é considerado um clássico do feminismo e baseia-se, parcialmente, na vida íntima da amiga e amante de Woolf, Vita Sackville-West. Orlando é escrito como biografia da personagem com o mesmo nome. A narrativa foge um pouco do estilo de (...)
Assombroso este livro. Se o filme é dos meus preferidos de sempre, o livro rebentou essa escala. Ao ler esta obra tive laivos de Virginia Woolf e sombras de Jane Austen. É pura e simplesmente brilhante. É um romance em que a personagem principal é uma promissora (...)
Quando um livro inicia com a possibilidade "de a estirpe humana básica e primordial ser feminina e de o aparecimento dos homens ser mais tardio", a expectativa tem de ser muita e aqui me confesso, não saí de todo frustrada. A Fenda, publicada em 2007, precisamente no (...)
É preciso gostar do género de escrita de Virginia Woolf para ler os livros dela, de outra forma, creio que se tornará impossível e até enfadonha a sua leitura. Eu tenho a sorte de gostar e de poder desfrutar da sua escrita quase cinematográfica, onde tudo é descrito (...)
Publicado em 1973, Doris Lessing apresenta-nos como personagem principal Kate Brown, uma mulher nos seus 45 anos. A história inicia-se no principio do Verão e termina no fim do mesmo e a mudança que ocorre nesta personagem é tal que me senti perturbada no fim da leitura. (...)
Publicado em 2001, este é um dos grandes títulos da renomada Doris Lessing. Um livro marcante, inesquecível... é o meu terceiro livro da escritora e começa a tornar-se óbvio que o meu apreço pela escritora, mesmo antes de ler qualquer obra sua, é verdadeiro. Este (...)
O seu título original (em Checo), Nesnesitelná lehkost bytí, surgiu pela primeira vez em 1984. Foi mais tarde adaptado para cinema com o nome "The Unbearable Lightness of Being" Escolhemos então o quê? Não sei quanto a vocês, mas certamente escolheria o peso. No (...)