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Queirosiana

Blogue sobre livros, leituras, escritores e opiniões

A Utopia (1516), Thomas More

Ficção - Filosofia - Utopia/Distopia - Clássicos

07.09.20 | L.F. Madeira | comentar
Um clássico dos antigos que estava na estante desde 2016. Thomas More tem sido companheiro nos livros de História e de Direito quer pela sua qualidade de estadista, filósofo e humanista do Renascimento; mas também por ser o criador de uma das palavras mais belas, "utopia". (...)

Longe da Multidão (1874), Thomas Hardy

Ficção - Romance - Clássicos

17.08.20 | L.F. Madeira | ver comentários (2)
Encantador, pura e simplesmente encantador. Esta tradução então, está magnificamente bem conseguida. Qualquer leitora ou leitor gosta de histórias bem contadas e esta pertence sem dúvida ao rol! Nunca tinha lido Thomas Hardy, embora já fosse espectadora atenta das (...)

The Voyage Out (1915), Virginia Woolf

Ficção - Romance - Clássicos

14.08.20 | L.F. Madeira | comentar
O primeiro romance de Virginia Woolf, The Voyage Out, ou em português A Viagem, é exatamente isso, o início de um percurso de uma das maiores escritoras da literatura moderna ocidental. Neste romance de estreia, ainda não encontramos o estilo vincado da escrita de (...)

The Golden Notebook (1962), Doris Lessing

Ficção - Clássicos - Feminismo

13.06.20 | L.F. Madeira | ver comentários (7)
Este é o oitavo livro de Doris Lessing que tomo em mãos. Comecei a ler esta escritora com dezassete anos e depois nos vinte anos fiz um périplo pelas suas obras principais, requisitando livro atrás de livro na Biblioteca Geral da UC, fazendo dela uma amiga sempre (...)

A Invenção da Natureza (2015), Andrea Wulf

Não Ficção - Biografia - Ciência - História

08.06.20 | Margarida M. | ver comentários (3)
Este livro não só é uma excelente biografia do fantástico Alexander Von Humboldt, como também é um livro que retrata o pensamento deste naturalista e aventureiro. Alexander poderá até ser considerado um visionário e profeta, pelos argumentos e pensamentos que (...)

O Poder, Naomi Alderman (2016)

Ficção científica - Feminismo - Utopia/Distopia

28.04.20 | L.F. Madeira | comentar
O mote deste livro é aliciante, demasiado aliciante. Curioso, como a sua leitura instiga um sentimento de retaliação. Devo confessar, em muitos momentos, senti algo muito semelhante a um prazer sádico enquanto devorava as páginas deste romance fantástico, ou de (...)

Shirley, Charlotte Brontë (1849)

Ficção - Romance - Clássicos

01.03.20 | L.F. Madeira | comentar
Shirley foi publicado em 1849, após o sucesso de Jane Eyre. Muitas vezes menosprezado, Shirley apresenta características inovadoras na escrita narrativa, nomeadamente, a utilização do narrador na terceira pessoa ou a existência de duas personagens principais. Inovador (...)

O Crime de Lorde Arthur Savile, Oscar Wilde (1891)

Contos - Mistério/Thriller - Clássicos

24.02.20 | L.F. Madeira | comentar
Oscar Wilde publicou apenas um romance na sua vida, O Retrato de Dorian Gray, a sua restante obra é composta de contos e dramaturgia. Nesta seleção das edições quasi, reúnem-se dois contos de Oscar Wilde, O Crime de Lorde Arthur Savile e A Esfinge sem Segredos ambos (...)

Macbeth, William Shakespeare (1606)

Peça teatral - Drama - Clássicos

21.02.20 | L.F. Madeira | comentar
A tragédia medieval Macbeth foi a minha estreia com Shakespeare. Não posso dizer que tenha sido arrebatada, porque não o fui, todavia, saboreio ainda a delícia de ler uma tradução tão sublime. Trata-se de um texto para peça teatral e será nos palcos, certamente, (...)

O Coração das Trevas, Joseph Conrad (1902)

Ficção - Clássicos

03.02.20 | L.F. Madeira | comentar
Não sei como me justificar, mas não consegui digerir este clássico dos inícios do século XX. Efetivamente a leitura foi intragável, passava as páginas e não conseguia nunca envolver-me. Sob pena de soar misândrica, a verdade é que senti estar a ler um livro (...)

A Room of One's Own, Virginia Woolf (1929)

Não-ficção - Ensaio - Feminismo - Clássicos

01.02.20 | L.F. Madeira | comentar
Li este ensaio pela primeira vez em 2013, pouco mais tinha do que vinte anos. Reli-o hoje. Vibrei então, vibrei agora e sem grandes adivinhações, vibrarei de cada vez que o reler. Que ensaio tão profundamente bem escrito! É um incontornável texto feminista e, não (...)