Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Queirosiana

Blogue sobre livros, leituras, escritores e opiniões

O Coração das Trevas, Joseph Conrad (1902)

03.02.20
Não sei como me justificar, mas não consegui digerir este clássico dos inícios do século XX. Efetivamente a leitura foi intragável, passava as páginas e não conseguia nunca envolver-me. Sob pena de soar misândrica, a verdade é que senti estar a ler um livro (...)

A Room of One's Own, Virginia Woolf (1929)

01.02.20
Li este ensaio pela primeira vez em 2013, pouco mais tinha do que vinte anos. Reli-o hoje. Vibrei então, vibrei agora e sem grandes adivinhações, vibrarei de cada vez que o reler. Que ensaio tão profundamente bem escrito! É um incontornável texto feminista e, não (...)

O Segundo Sexo Vol. I, Simone de Beauvoir (1949)

27.10.19
Esta obra é um peso pesado, um tratado feminista, um essencial, uma referência! Dividido em dois volumes, pelo menos nas edições Quetzal, encontramos no 1.º volume uma autêntica tese dos factos e mitos sobre a(s) mulher(es). Publicado em 1949, e feitas as devidas (...)

Satânia, Judith Teixeira (1927)

23.10.19
Judith Teixeira, escritora e poetisa, contemporânea de Florbela Espanca, não logrou da mesma fama desta, ainda que ambas se debrucem sobre temáticas semelhantes, como a feminilidade, o erotismo, a sensualidade. A obra poética e narrativa de Judith Teixeira foi, desde o (...)

O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald (1925)

29.08.13
Publicado em 1925, o enredo tem por cenário a cidade de Nova Iorque e Long Island durante o Verão quente de 1922.  Um excelente retrato daquilo que era a sociedade norte-americana nos loucos anos 20.  Estava à espera de um personagem com um carisma arrebatador, Gatsby (...)

Orlando, Virginia Woolf (1928)

18.04.12
Orlando, publicado em 1928 é considerado um clássico do feminismo e baseia-se, parcialmente, na vida íntima da amiga e amante de Woolf, Vita Sackville-West.  Orlando é escrito como biografia da personagem com o mesmo nome. A narrativa foge um pouco do estilo de (...)

Mrs. Dalloway, Virginia Woolf (1925)

03.04.10
É preciso gostar do género de escrita de Virginia Woolf para ler os livros dela, de outra forma, creio que se tornará impossível e até enfadonha a sua leitura. Eu tenho a sorte de gostar e de poder desfrutar da sua escrita quase cinematográfica, onde tudo é descrito (...)

A Erva Canta, Doris Lessing (1950)

09.11.09
Penso que já aqui referi o meu fascínio por esta escritora, vencedora do Prémio Nobel da Literatura em 2007. Este é o segundo livro que leio da autora. Uma história inquietante que não tendo nada de estranho nela, mexe connosco, consegue alcançar o nosso íntimo e (...)

A Metamorfose, Franz Kafka (1915)

09.03.09
A Metamorfose foi publicada pela primeira vez em 1915. Tenho de dizer que, no impacto da leitura da primeira página, nada me poderia parecer mais absurdo e tinha plena consciência de que toda a história era uma alegoria. Esta sensação de absurdo acompanhou-me durante (...)

O Processo, Franz Kafka (1925)

02.03.09
Dizem que à terceira é de vez, e comigo foi. Já por duas vezes tinha começado este livro e por duas vezes tinha ficado a meio. Mas agora terminei-o. Esquisito é a palavra que melhor o descreve para mim. Vivi um misto de revolta e de absurdo de estranheza e (...)